sábado, 17 de agosto de 2013

Marlene Dumas

Marlene Dumas, artista sul-africana residente em Amsterdam, busca a imprecisão através da aguada de nanquim e da técnica úmida que fornecem meios para dificultar identificação das mulheres representadas em seus desenhos e pinturas. Desta maneira, Dumas cria incerteza sobre a diferença entre o observador e a pessoa observada e representada na obra.









quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Wangheti Mutu

Artista Queniana Wangheti Mutu representa figuras femininas que focalizam na questão da identidade cultural da mulher africana com ênfase na situação de mulheres cujos corpos se tornaram o site de agressão de milícias em Quênia e outros países africanos pós-coloniais. Seu trabalho também questiona as representações da mulher e o modo que as mulheres africanas percebem sua identidade cultural na época da globalização.












sábado, 3 de agosto de 2013

Kara Walker

A artista norte-americana Kara Walker é muito conhecida por suas instalações de figuras femininas e masculinas em silhuetas recortadas manualmente, em tamanho natural, usando papel preto para apresentar as ilustrações estereotipadas de mulheres e homens que Walker apropria de fontes literárias produzidas na época depois da Guerra Civil nos Estados Unidos.
















Henri de Toulouse-Lautrec

Henri de Toulouse-Lautrec



Começou com simples desenhos feitos com aquarelas, moldando um talento que viria fazer o seu nome para o resto da eternidade na arte. O movimento estético do qual Lautrec participou foi o conhecido Pós-Impressionismo. O nome completo do pintor é Henri Marie Raymond de Toulouse-Lautrec Monfa e ele viveu no período de 24 de novembro de 1864 até 9 de setembro de 1901.







Trabalho e Arte

Testemunha da vida noturna de Montmartre, Henri não apenas faz pinturas, como também cartazes promocionais dos cabarés e teatros, fazendo-se presente na revolução da publicidade do século XIX, onde a arte deixa de ser patrocinada e financiada apenas pela Igreja e os nobres, para ser comprada e utilizada pelo comércio crescente gerado pela revolução industrial. O cartaz litográfico colorido é uma nova ferramenta de divulgação de locais de lazer parisienses. Trilhando o caminho de Jules Chéret, assim como Alfons Mucha, Toulouse-Lautrec revolucionou o design gráfico dos cartazes, definindo o estilo que seria conhecido como Art Nouveau.
O dom artístico de Lautrec é bastante reconhecido, tanto pelos seus amigos da classe baixa quanto por críticos de arte. Participa do Salão dos Independentes em Paris, da exposição dos Vinte e das galerias de Boussod e Valadin.



Estilo

Sua habilidade em capturar as pessoas em seu ambiente de trabalho, com a cor e o movimento da pululante e opulenta vida noturna, porém sem o glamour. Usava muito vermelho, em geral de maneira contrastante, usava o cabelo cor de laranja e a cor verde limão para traduzir a atmosfera elétrica da vida noturna. Era um mestre do contorno, podia retratar cenas de grupos de pessoas onde cada pessoa é individual (e na época podia ser identificada apenas pela silhueta). Freqüentemente ele aplicava a tinta em uma estreita e longilínea pincelada, deixando a base (papel, tela) ou o contorno aparecer. Sua pintura é gráfica por natureza, nunca encobria por completo o traço forte do desenho. O contorno simples era a "marca registrada" de Lautrec desde o início da carreira como designer de cartazes. Não pintava sombras. Sua pinturas sempre incluíam pessoas (um grupo ou um indivíduo) e não gostava de pintar paisagens. O papel usado para os cartazes freqüentemente era amarelo.
Apesar da litografia cheia de cores de seu tempo poder acomodar dezenas de cores em um só cartaz, Lautrec geralmente escolhia apenas 4 ou 5, as vezes 6, raramente 6 cores. Ao invés de usar uma multiplicidade de cores, Henri preferiu criar seus efeitos com justaposições e modulações delicados.